Principais Notícias por Marlos Teixeira 

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Ainda dá. A goleada por 4 a 1 sobre a Portuguesa nesta quinta-feira mantém o Botafogo respirando na Taça Rio. O time comandado por Zé Ricardo chega à sexta rodada com chances de classificação para as semifinais do segundo turno do Campeonato Carioca. Não depende só de si, mas fará sua parte para buscar a vaga.

- Se a gente se mantiver organizado dentro da estratégia, a gente pode até não se classificar, mas certamente estará mais próximo. Como foi no primeiro tempo é muito difícil, até porque o adversário nos impõe dificuldades. A gente necessitou de aproximação. No segundo tempo, conseguimos reajustar com Ferrareis mais por dentro e fazendo Pimpão voltar para a função original.

O Botafogo fez um primeiro tempo muito abaixo do esperado e, inclusive, recebeu vaias do torcedor que foi ao Nilton Santos. Zé Ricardo reconheceu a atuação ruim e comentou a mudança de postura na etapa final.

- O 4-4-2, com Erik e Diego mais próximos. Como a Portuguesa botou um terceiro zagueiro, subiram demais os laterais e ficamos com pouca aproximação. Isso dificultava as ações. No segundo, trouxemos o Ferrareis para a meia. Voltamos com quatro homens à frente do Cícero, as chances passaram a aparecer e o jogo de costas do Diego também. Fizemos trocas para continuar com volume. Wenderson tem boa qualidade com a bola no pé, mas um pouco mais mobilidade do que o Bochecha.

No próximo domingo, pela sexta rodada da Taça Rio, o Botafogo vai enfrentar o Americano, em Bacaxá, às 16h. O Alvinegro só se classifica se vencer, o Flamengo perder e a Cabofriense tropeçar. Ainda assim, precisará tirar uma diferença de saldo de quatro e três gols, respectivamente.

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Não foram os dois gols marcados fora de casa, por Everaldo e Luciano. A qualidade no passe de Caio Henrique. Ou a imposição física de Bruno Silva. A postura do Fluminense, após o pênalti perdido por Luciano, na opinião de Fernando Diniz, determinou a vitória sobre o Antofagasta, no Chile, e a consequente classificação para a segunda fase da Sul-Americana. O treinador também revelou avaliar poupar atletas diante do Flamengo, domingo, pelo Carioca.

No entender o treinador, após a defesa de Hurtado, o clima no estádio Calvo y Bascuñán foi de muita pressão. Realmente, os quase 14 mil presentes se entusiasmaram e empurram o time local para buscar a virada. Àquela altura, o jogo estava 1 a 1. Mas seis minutos depois o atacante se redimiu e determinou o 2 a 1.

- A entrega coletiva dos jogadores foi fundamental. Tivemos ainda um bom poder de superação após perdermos o pênalti. A torcida deles enlouqueceu, mas a gente soube controlar os nervos e voltar para o jogo com bom controle. Fizemos o segundo gol e poderíamos ter feito o terceiro e o quarto. Soubemos enfrentar um time forte e muito bem treinado. Foi uma vitória importante para a gente no resto da temporada - avaliou o técnico.

A partida no norte chileno foi a primeira de Frazan na temporada. Substituto do lesionado Digão, o defensor saiu com dores no púbis. Diniz avaliou a atuação como boa tanto dele quanto do sistema defensivo como um todo, apesar de alguns momentos de pressão e superioridade adversária:

- A gente foi muito bem. Rodolfo não teve muita grande defesa no jogo. Acho que controlamos bem na maior parte do tempo. Escolhi o Frazan não só por ele ser zagueiro, mas estava crescendo nos treinos e passando zagueiro. Todos sabem que, quando é preciso, sou um treinador que faço adaptações. Neste caso, não precisou. Frazan vinha bem nos treinos, assim como o Paulo Ricardo. Fez uma boa partida, mas sentiu o púbis. Depois o Paulo Ricardo entrou bem também. O sistema defensivo, como um todo, se portou bem. Claro que houve um ou outro erro, mas tudo correu bem.

Projetando o compromisso contra o Flamengo, o técnico Diniz admitiu a possibilidade de poupar alguns jogadores por conta do desgaste.

- Existe essa possibilidade, sim, de poupar os jogadores. Vamos analisar a situação e tomar a decisão no sábado pela manhã.

O Fluminense retorna ao Rio nesta sexta. A reapresentação será sábado. Na próxima fase da Sul-Americana, o adversário será definido por sorteio.


 




 


 










 

 



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Primeiro reforço do Flamengo para 2019, Rodrigo Caio tem só 12 jogos e três meses de clube por enquanto, mas garante que já se sente em casa. "Veterano" dos badalados Gabigol, Bruno Henrique e Arrascaeta, o zagueiro foi o primeiro dos contratados a conhecer e se encantar com a torcida rubro-negra. Na noite desta quinta-feira, ele teve um contato ainda mais próximo com os torcedores em um evento na loja Espaço Rubro do Shopping Via Parque, chegou ovacionado e admitiu que o começo no Rubro-Negro superou suas expectativas:

– Até melhor. Eu que tive somente um clube na minha carreira, estou em uma segunda passagem no Brasil, e tive uma recepção maravilhosa. À cada dia mais adaptado ao clube, à instituição, vendo a grandeza que é esse clube. Para mim é uma alegria muito grande. (...) Estou me sentindo muito em casa. Galera me recebeu muito bem, tanto jogadores quanto comissão. Não posso esquecer da torcida que vem me recebendo de uma forma incrível, com um carinho espetacular. Estou muito feliz, cara, mesmo, totalmente adaptado. Espero poder dentro de campo sempre dar o meu melhor, defender essas cores com a minha alma, minha vida.

Em 12 jogos, Rodrigo Caio só teve uma derrota, para o Fluminense na semifinal da Taça Guanabara. Preparado para reencontrar o rival neste domingo, às 16h (de Brasília) no Maracanã, valendo classificação para a semifinal da Taça Rio, o zagueiro espera dar o troco. E para isso, se prepara também para marcar Ganso, principal reforço que acabou de chegar ao Tricolor e não estava no primeiro clássico entre os clubes na temporada:

– Se ele cair do meu lado, vou tentar fazer com que tire as qualidades que ele tem, que são muitas. O mais importante é estar concentrado para fazer uma grande partida. Sabemos da dificuldade que é jogar contra os grandes, o Fluminense tem uma grande equipe e treinador. Claro que foi uma derrota que nos deixou muito chateados naquele momento porque foi no último minuto, em um lance isolado. Mas a gente tem que ter foco somente no nosso papel, entrar em campo e dar o nosso melhor. Temos condições de fazer um grande jogo e vamos em busca disso.

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Onze jogos depois, o primeiro gol. E um grande alívio. Bruno César marcou pela primeira vez pelo Vasco na vitória por 2 a 0 sobre o Resende (veja no vídeo acima) e admitiu que tirou um peso das costas. Agora, o foco é trabalhar para garantir a vaga de titular – ele ainda disputa espaço no time com Thiago Galhardo.

- Acho que fica um sentimento de quando vai sair o primeiro gol e agora tira um peso das costas. Estava trabalhando para isso, mas o importante foi o Vasco vencer. Ainda bem que saiu antes do Brasileiro, que tem mais responsabilidade – disse o meia.

Bruno minimizou a disputa por vaga no time. Ele disse que a decisão de jogar ao lado de Maxi López cabe ao técnico Alberto Valentim, a quem elogiou bastante.

- Isso de jogar com o Maxi é opção dele, opção se eu jogo ou não. Eu já tinha feito metade de uma temporada e, para não ter uma queda no início do ano, fizemos uma pré-temporada esticada.... Foi conversado que eu seria poupado em algumas partidas. Acho que essa dúvida entre Thiago e Bruno César, Rossi e Pikachu é boa para ele. Dor de cabeça boa.