Principais Notícias por Marlos Teixeira 

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O torcedor do Botafogo se animou ao rever Jefferson no treino da última terça-feira, no Nilton Santos. Mas os alvinegros precisarão ter um pouco mais de paciência para reencontrar o ídolo em campo. Apesar da alta médica para poder treinar com mais exercícios (ainda não com bola), sua transição será feita de forma gradual. Departamento médico e comissão técnica do clube adotam cautela diante da gravidade de suas lesões.

Na dividida com Paquetá no clássico com o Flamengo do dia 21 de junho, Jefferson sofreu um trauma no tórax, uma fratura da cartilagem tireoide, um edema nas cordas vocais e perdeu dois dentes. O goleiro passou seis dias internado na Clínica São Vicente e precisou usar colete cervical até o mês passado. Mas ele já vinha mantendo a forma no clube.

Jefferson ainda não pode praticar saltos e sofrer impactos, seja com o chão ou em choques com companheiros. Por isso, a programação montada pelo departamento médico para ele é de, pelo menos, mais duas semanas de exercícios antes de voltar a trabalhar com bola. A expectativa é de retomar os treinos em outubro e, dependendo de sua evolução, fique à disposição de Zé Ricardo.

Vivendo seus últimos momentos da carreira antes de se aposentar em dezembro, Jefferson corre contra o tempo para aumentar seu recorde no Botafogo. O goleiro, de 35 anos, que começou 2018 como titular e entrou em campo 22 vezes na temporada, tornou-se o terceiro jogador que mais atuou pelo clube: ele soma 458 partidas e só é superado por Garrincha (612) e Nilton Santos (721).

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Ainda sem ter data definida para o retorno de Pedro, o Fluminense terá de administrar outro problema: Kayke, o substituto do camisa 9 nos últimos quatro jogos pelo Brasileirão, não pode defender o Tricolor na Sul-America. 

Explica-se: o artigo 56 do regulamento da competição organizada pela Conmebol proíbe que um atleta seja inscrito por mais de um clube na mesma edição. No começo da temporada, Kayke integrou a relação do Bahia.

O Flu enfrentará o Deportivo Cuenca, do Equador, em Quito, no dia 20 de setembro, no jogo de ida das oitavas de final - a volta está marcada para 4 de outubro no Maracanã. Segundo o regulamento, duas trocas na lista de 30 inscritos podem ser feitas até 72h antes do primeiro confronto da referida fase.  Dodi e Luciano são os favoritos na escolha de Marcelo Oliveira.

- Eu confio em uma possibilidade de o Júnior Dutra atuar centralizado. Tem o próprio Pablo Dyego. Kayke não pode atuar na Sul-Americana, então, teremos de criar nova situação - disse o treinador após o empate diante do Vitória.

Há outros jogadores integrados ao elenco tricolor ou contratados recentemente que também não estão inscritos na Sul-Americana. São eles: Paulo Ricardo, Bryan Cabezas e Daniel. O regulamento permite mais duas trocas nas quartas de final e outras duas na semifinal. Não há esta possibilidade na final da competição.







 





 


 












 







 



 




 


 










 

 



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Um confronto que começou muito antes de a bola rolar, às 21h45 (de Brasília), nesta quarta-feira.  Flamengo e Corinthians  levam para o campo do Maracanã uma semifinal de Copa do Brasil que já é marcada por polêmica e guerra de palavras nos bastidores.

Em busca de sua oitava decisão da competição, o Flamengo, vice no ano passado, entra em campo após semanas de protestos. A insatisfação começou com a convocação de Lucas Paquetá para a Seleção, passou por pedido de adiamento da partida, sorteio do trio de arbitragem, possível escalação de Fagner e terminou com nota de repulsa à CBF no início da noite de terça-feira.

O Corinthians, vindo de derrota em clássico para o Palmeiras, fará apenas seu segundo jogo sob comando do técnico Jair Ventura. E Fagner, um dos pivôs das reclamações do Flamengo, deve estar em campo no Maracanã – a diretoria corintiana, aliás, fez questão de rebater o rival,  mostrar exames que comprovam a lesão do lateral e a permissão de sua utilização fora da Seleção.

Será o sexto duelo entre rubro-negros e corintianos em disputas no formato mata-mata. O Flamengo levou a melhor na Copa do Brasil nas quartas de final de 1989, no Rio-São Paulo de 97 e na Libertadores de 2010. Já o Timão venceu os confrontos pelas quartas do Brasileirão de 1984 e na extinta Supercopa do Brasil de 91.

A escalação do Flamengo é um mistério para o duelo com os corintianos e passa diretamente pelas avaliações na qual Cuéllar e Lucas Paquetá serão submetidos no início da tarde. A dupla tem chegada prevista ao Rio de Janeiro para o fim da manhã desta quarta, após defender as seleções de Colômbia e Brasil na noite de terça, nos Estados Unidos.

O Rubro-Negro gastou cerca de R$ 500 mil para fretar um avião e trazê-los de volta ao país a tempo de entrar em campo. Tudo dependerá, porém, das condições físicas. No cenário dos sonhos, Barbieri terá força máxima diante do Corinthians, com a dúvida ficando entre a escolha por Henrique Dourado ou Fernando Uribe no comando de ataque.

Melhor das dores na coxa, Rodinei é o favorito para começar jogando na lateral direita. No meio-campo, Willian Arão é quem fica de sobreaviso para entrar em campo caso Paquetá ou Cuéllar comece no banco de reservas. O colombiano é quem chega cercado de maiores expectativas, uma vez que Piris da Motta não está inscrito na Copa do Brasil e Rômulo não agradou nas chances que teve.

O Rubro-negro deve ira à campo com: Diego Alves; Rodinei, Réver, Léo Duarte, Renê; Cuéllar, Lucas Paquetá, Diego, Éverton Ribeiro, Vitinho; Uribe.

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O Vasco foi surpreendido nesta terça-feira, via imprensa,  pela notícia de que o meia Wagner havia entrado na Justiça contra o clube pedindo a rescisão do seu contrato - e tido sucesso imediato. A surpresa tem duas razões: o Cruz-Maltino negociava com o jogador a renovação do vínculo, que se encerraria no fim do ano, e ele, sem demonstrar qualquer mudança de comportamento, entrou em campo mesmo depois do processo.

Desde quando conseguiu a liberação na Justiça, na última segunda-feira, Wagner deixou o grupo dos jogadores no WhatsApp, não foi mais encontrado pelo clube e está em completo silêncio com imprensa e público. Em seu Instagram, por exemplo, nem sinal de uma explicação - o que não tem previsão para acontecer. O jogador, ao contrário da maioria atualmente, sequer tem assessoria de imprensa. É mais adepto à moda antiga e só costumava falar em entrevistas coletivas.

A essa altura, Wagner já não fazia mais parte do elenco do Vasco. Saiu, inclusive, do grupo dos jogadores no WhatsApp e sequer teria enviado uma mensagem protocolar se despedindo dos companheiros, com quem conviveu até a última segunda-feira.

O Cruz-Maltino, pego completamente de surpresa e sequer notificado ainda pela Justiça, tentou entrar em contato com Wagner através do diretor de futebol, Alexandre Faria, mas não teve sucesso até a noite da última terça-feira.   O único relato, de uma pessoa próxima ao jogador, é de que ele prefere o silêncio, pelo menos por enquanto.

O clube, defendendo seus direitos, avisou em nota que vai recorrer da decisão. Nem a postura de confiança de Wagner preocupa o Vasco. O Cruz-Maltino garante, nos bastidores, que está tranquilo. Fez um acordo com a Caixa Econômica Federal para quitar as dívidas de FGTS dos jogadores e diz estar com as parcelas em dia, o que não configuraria o atraso alegado pelo meia para deixar São Januário.

Em contrapartida, advogados especialistas em direito esportivo entendem que não há uma regra para casos assim. Como está em dia com as parcelas, o Vasco, em tese, não estaria em débito com o INSS em relação ao FGTS dos jogadores, mas a decisão depende só do juiz que vai julgar o mérito.