Principais Notícias por Marlos Teixeira 

Resultado de imagem para botafogo escudo

O jogo foi pegado, disputado, equilibrado... Faltou, no entanto, inspiração (na maior parte do jogo) a Atlético-PR e Botafogo, no empate sem gol, na noite desta quinta-feira, na Arena da Baixada. Em partida movimentada, mas em que nenhuma equipe realmente mostrou vontade de vencer, o 0 a 0 foi o placar mais justo em Curitiba. As melhores chances ficaram para os acréscimos, quando os dois times tiveram chances para decidir.

Chances de gols foram poucas, mas o Atlético-PR foi melhor no primeiro tempo. Com Sidcley inspirado, o Furacão avançou pela esquerda e criou as melhores oportunidades em cima de Emerson Santos, improvisado na lateral. Aos 5, Sidcley achou Pablo livre para cabecear para a boa defesa de Jefferson. Apesar do maior volume, as chances ficaram por aí. Aos 30, Nikão puxou contra-ataque e achou Jonathan sozinho na área. O lateral saiu na cara de Jefferson, mas sentiu lesão muscular e não conseguiu concluir e foi substituído por Cascardo. O Botafogo, por sua vez, chegou duas vezes com Pimpão e Roger, mas sem muito perigo.

O panorama não mudou muito na segunda etapa. O Atlético-PR com a bola, mas pouco produtivo. O Botafogo, por sua vez, esperava, mas não conseguia encaixar contra-ataques. Aos poucos, no entanto, o clube carioca mudou a postura e começou a ameaçar. Matheus Fernandes perdeu um gol incrível. Guilherme, que entrou no lugar de Roger, também teve duas boas oportunidades. A grande chance, porém, foi do Furacão. Jefferson espalmou chute forte de Nikão. No rebote, Ederson quase mandou para as redes, mas Victor Luis cortou de forma providencial. No fim, Emerson Santos foi expulso, e as equipes se soltaram. Aparentemente, guardaram o melhor para o fim. Guilherme mandou um chute rente à trave. Nikão também levou muito perigo de fora da área. O placar, porém, não se movimentou na Arena.

Um pouco melhor para o Botafogo, por estar em uma situação mais confortável no Brasileiro. Com o empate, o Alvinegro chegou a 23 pontos, mas caiu uma posição (7°) e saiu da zona de classificação para a Libertadores. O Furacão, por sua vez, está em 17°, com 17, e é o primeiro time fora da zona de rebaixamento.

Resultado de imagem para escudo do fluminense pequeno

Com desempenho parecidos no Brasileirão, Fluminense e Cruzeiro ficaram no 1 a 1, na noite desta quinta-feira, no Giulite Coutinho, em Mesquita. Com o resultado, perderam a chance de voltar ao G-6 do Brasileirão.

O Cruzeiro foi melhor, porém, permitiu o empate. Com Thiago Neves inspirado, a Raposa dominou as ações até o intervalo. Com mais posse de bola (51% a 49%), criou seis chances de gol, contra duas do Tricolor. Antes e depois do gol de Sassá, levou perigo. Foram dois chutes de Thiago Neves e uma conclusão de Léo. O dono da casa, com muita dificuldade de sair jogando, viveu de jogadas de bola parada. Em um escanteio, Léo cabeceou e obrigou a grande defesa de Fábio. Richarlison sofreu pênalti de Romero e converteu com categoria: 1 a 1 na etapa inicial.

A segunda etapa pouco mudou. O Cruzeiro continuou com a iniciativa, perdendo chances. Sassá, de cabeça, Thiago Neves, em chute na trave. O Flu pouco ameaçou, apesar da troca de Abel: Pedro saiu para a entrada de Calazans, deixando o time sem centroavante. Scarpa, após passe de Richarlison, livre, chutou para fora na melhor oportunidade criada.

A Raposa termina a 15ª rodada na oitava posição, com 22 pontos. O Tricolor, em nono, tem 21. Os dois times voltam a campo às 16h (de Brasília) de domingo. O Flu recebe o Corinthians, no Maracanã. O Cruzeiro, na Ressacada, encara o Avaí.







 





 


 












 







 



 




 


 










 

 



Resultado de imagem para flamengo escudo

Antes de o Flamengo contratar Éverton Ribeiro, Vinicius Júnior, a principal joia da Gávea, tornou-se o assunto mais popular da Gávea. Depois que sua venda foi acertada para o Real Madrid, então o garoto passou a jogar. Quando reserva, a torcida pedia insistentemente seu nome. Fez bons jogos contra Botafogo, Sport, Atlético-GO e Ponte Preta. Outros abaixo, como no clássico contra o Fluminense, quando foi substituído no intervalo.

Ribeiro e Geuvânio chegaram, e as chances sumiram, sobretudo no time titular. Há três rodadas o panorama piorou: não fica nem no banco - foi relacionado pela última vez na vitória por 1 a 0 sobre o Vasco.

Antes do duelo com o Palmeiras (2 a 2), na última quarta-feira, Zé Ricardo foi perguntado por que havia preterido Vinicius nas duas partidas anteriores. Não deu maiores explicações.

- Está dentro do grupo. Não houve motivo especial para ele não ser relacionado. Ele está em desenvolvimento. Apresentou-se gripado, mas ainda não definimos isso, a lista de relacionados - disse, referindo-se ao jogo com o Palmeiras.

 Questionado se há algum planejamento específico a fim de preservar Vinicius, Rodrigo Caetano, diretor executivo e principal voz do futebol rubro-negro, descartou tal possibilidade.

- Nenhum projeto além de prepará-lo cada vez melhor. A disputa interna por vagas nas devidas posições está cada vez mais acirrada. Apenas isso. Ele é jovem, com grande potencial e está amadurecendo rápido.

Rodrigo também não adiantou se vai liberá-lo para o Mundial Sub-17, previsto para ser realizado entre 6 e 28 de outubro, na Índia. Porém deixou claro que é praxe não segurar atletas em competições desse porte.

- Nem pensamos nisso ainda. Vamos aguardar, mas em Mundial normalmente precisamos liberar.

Curioso é que justamente o dinheiro da venda de Vinicius permitiu ao Flamengo investir R$ 22 milhões na contratação de Éverton Ribeiro, jogador que, automaticamente, diminuiu as chances do garoto.

Nas redes sociais, muitos torcedores se revoltaram tão logo a escalação e os reservas - sem a presença de Vinicius - foram anunciados na última quarta-feira. O fato de o técnico ter levado três pontas-direita para o banco (Berrío, Geuvânio e Gabriel) e nenhuma ponta-esquerda também chamou atenção. Outros protestaram quando Mancuello entrou no fim da partida.

Resultado de imagem para escudo do vasco pequeno

Parecia enredo de filme. Nas últimas 48 de janela brasileira, um voo de 16h - duas horas a mais do que o normal para Doha, por entraves diplomáticos nos países árabes - estava no caminho do acerto final entre Anderson Martins e o Vasco. Mas o esforço valeu a pena e o zagueiro de 29 anos está de volta. A primeira passagem foi curta e marcante: em oito meses, ao lado de Dedé, Anderson conquistou a torcida e foi campeão da Copa do Brasil de 2011 até ser vendido ao Catar.

Ainda na capital catari, o pai do Lemuel, de três anos, que espera com a esposa Maressa o nascimento de Samuel dia 10 de agosto, conversou , e falou pela primeira vez da alegria de retornar ao clube de São Januário. À espera do visto de saída do país e resolvendo outras questões pessoais, ele só deve embarcar de volta neste sábado ou, mais tardar, no domingo. Ele prevê 20 dias para estar à disposição de Milton Mendes.