Principais Notícias por Marlos Teixeira 

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Um conselho de quem passou pela mesma situação há pouco tempo pode valer muito. Rhuan fez sua estreia como titular pelo Botafogo apenas na 32ª rodada do Brasileirão. Agora, outro jovem deve ter a mesma oportunidade contra o Ceará, na rodada final. Depois de impressionar contra o Atlético-MG, Luís Henrique foi confirmado por Valentim para a partida deste domingo, às 16h, no Nilton Santos, e atuará ao lado do colega.

Aos 19 anos, o meia-atacante teve pesadelos na véspera do confronto contra o Avaí e, agora, dá conselhos ao atleta de 17 anos para que não fique tão ansioso.

- Treinar, relaxar, pensar mais em se divertir, não ficar ansioso. É normal, ainda mais para os jovens. É um sonho nosso, queremos sempre o melhor, aparecer, então ficamos mais ansiosos. Acho que ele vai se dar bem, ele é mais tranquilo que eu - disse Rhuan em coletiva nesta sexta.

Quem também concedeu entrevista nesta sexta-feira, no Nilton Santos, foi Marcelo. O zagueiro, que tem mais jogos que Carli na temporada (32 a 31), afirmou que já não se considera mais reserva e considera 2019 como o principal ano de sua curta carreira.

- Não me considero mais reserva, estou há muito tempo na luta para buscar a titularidade, dois ou três anos já no profissional. Fico feliz pela temporada, o ano que mais joguei, fiz gols, estou feliz pelo ano que estou fazendo.

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O Fluminense aliviou a dívida salarial que tem com o atacante Marcos Paulo e o meia Miguel. Enquanto a totalidade do grupo de jogadores e de funcionários do clube convive com três meses da remuneração acordada na CLT em atraso, o Tricolor priorizou quitar o vencimento referente a setembro das duas promessas. A ideia foi evitar correr o risco da repetição do Caso Scarpa, quando, no ano passado, o meia recorreu à Justiça para se desvincular do Tricolor e acertar a transferência para o Palmeiras . O Flu repetiu, então, a medida adotada em julho, ainda no início da gestão Mário, antes de aliviar o débito com os demais. Na época, o Tricolor era pressionado por uma investida do Flamengo.

No entanto, diferentemente do caso do camisa 9, não há notícia de pressão de outros clubes ou negociação em curso pelos dois atletas. Marcos Paulo tem contrato com o Flu até o meio de 2021, enquanto o vínculo de Miguel vai até junho do ano seguinte.

O objetivo é evitar o risco de um novo "caso Scarpa". Em 2018, o meia do Palmeiras entrou na Justiça contra o clube por salários atrasados. O Flu tentou o mesmo movimento de pagar os atrasados, mas o jogador já havia entrado com ação anteriormente. Após a queda de braço que durou todo aquele ano, o Tricolor recebeu € 1,5 milhão pelo atleta, abaixo de ofertas anteriores que chegaram a € 6 milhões.


 










 

 



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Artilheiro e campeão do Brasil e da América do Sul, o sucesso de Gabigol faz eco na Europa. O atacante, que tem vínculo com o Flamengo até o fim do mês, conversou com o jornal inglês “The Sun” e garantiu que seu futuro será definido somente após o Mundial de Clubes. No entanto, elogiou a Premier League e disse que gostaria de jogar no país.

 Mas ainda tenho contrato com a Inter de Milão e com o Flamengo até o fim de 2019. Temos um torneio muito importante para frente e meu foco está totalmente nele. Vou pensar no futuro depois desta competição – disse Gabigol, que teve proposta do West Ham antes de acertar com o Flamengo.

O brasileiro ainda elogiou o compatriota Roberto Firmino e o Liverpool, possível adversário em uma eventual decisão no Mundial de Clubes.

- Ele (Firmino) é um grande atacante e tem sido ótimo na Seleção. É uma pessoa em que eu me inspiro. Seria um prazer jogar com ele. Talvez a gente possa jogar juntos pelo Brasil no futuro e o Liverpool é um time que todo mundo quer jogar. Mas é difícil falar sobre isso no momento. Meu foco é totalmente no Mundial de Clubes.

A passagem sem sucesso pela Europa também foi tema na entrevista ao tabloide inglês. O atacante apontou a imaturidade na época com uma possível causa e se disse mais experiente para retornar ao futebol europeu.

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Veja que ironia do destino: os melhores momentos do Vasco em campo no empate com o Bahia foram justamente quando o time teve um jogador a menos, após a expulsão de Ricardo no fim do primeiro tempo. Uma prova de como Vanderlei Luxemburgo e seus comandados atingiram um nível considerável de consistência no desempenho.

O começo do Vasco na partida foi tenebroso. Uma equipe jogando em ritmo lento, sem concentração e cometendo erros fáceis foi presa fácil para um Bahia veloz e intenso. O Cruz-Maltino finalizou apenas uma vez na etapa inicial e deu espaços generosos na defesa.

Com a expulsão de Ricardo, Luxemburgo reorganizou o time no intervalo. Tirou Ribamar e Cáceres, colocou Fellipe Bastos e Marcos Junior, para montar o time novamente com duas linhas de quatro - e Marrony na frente.

Aqui, cabe uma menção especial ao jovem atacante, um dos mais regulares do Vasco no ano. Esta partida foi um exemplo de sua importância: começou na ponta, terminou como centroavante e fez o gol do empate. Mais do que isso: correu o tempo todo, ajudou na defesa e sempre deu opção. Tem tudo para ser ainda mais útil em 2020.

Com a nova formação, o Vasco equilibrou o jogo. Foi forte especialmente no meio-campo, com seus volantes em boa noite, ajudando tanto por dentro como pelos lados do gramado. São talvez os que simbolizam melhor o domínio de Luxemburgo no elenco: a sacada do técnico em escalar Raul e Marcos Junior pelas pontas encorpou o time em diversos jogos do Brasileirão.

No fim, a expulsão de Arthur Caíke pelo Bahia deu mais espaço ao Vasco, e o time aproveitou. Mais do que o empate fora de casa, o que é preciso celebrar neste jogo é a existência de um trabalho consistente, com uma equipe que sabe o que fazer e começa a ganhar alternativas para 2020 - Gabriel Pec é um bom exemplo.